Cidalemos's Blog

Archive for maio 2010

Vou contar-lhes uma estórinha 

Era uma vez um homem muito estranho  

que morava em cima de uma montanha 

Essa montanha era bem alta, La de cima dava 

 para ver uma plantação de milho 

   

Sua barba ele não fazia, suas unhas eram aparadas 

pelo roçar do cabo da enchada, da foice e das espigas 

que ele colhia. 

   

Um homem rústico e ao mesmo tempo carinhoso. 

Ele tinha uma bicicleta que usava para descer o morro,  

era muito engraçado ele sentava-se na bicicleta, erguia  

as pernas e fechava os olhos.  

   

Que felicidade o vento batia em seu rosto fazendo seus  

cabelos esvoaçarem, e ele gritava de alegria. 

   

   

Esse era o momento que ele mais gostava, e repetia todos os dias.  

   

   

 

   

   

   

Um certo dia ele estava muito preocupado, pois  

estava para chegar uma frente fria que poderia 

acabar com sua plantação, protegê-la era sua única  

preocupação naquele momento. 

   

Foi quando em uma de suas enxadadas…,

um grito aaaai!iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!! 

   

Vejam só uma cobra!  

Ele ficou surpreso uma cobra de rabo vermelho e

que ainda falava. 

   

Qual que é ta tentando me matar? 

   

 

   

Não é possivel que não tenha me visto!  

Exclamou a cobra muito braba. 

   

Me Desculpe, estou com a cabeça longe,  

só tentando evitar um desastre que possa vir a

 acontecer com minha plantação de milho 

   

Nenhum desastre se compara ao fato de meu rabinho ser partido, 

espero que você…Opa! Essa bicicleta é maneira! 

Posso dar uma volta? 

   

Minha bicicleta…, saia de perto dela, pois ela é muito

importante para mim.

 

Nossa  estou só olhando, que grosseria.

 

Você bem que podia me ensinar a andar nela.

Haaaaaaaa Haaaaaaa!

 Uma cobra andando de bicicleta, isso é hilário,

isso sem falar como.

Você nem mãos e pernas têm!

 

Se não quer emprestar é só falar não precisa gozar

 

 

 A cobra foi saindo dali cabisbaixa e triste, sem olhar para trás. 

– Ei espere! Disse o homem, arrependido de ter magoado a cobra.

Tudo bem, vou ensinar-lhe, mas preste atenção só uma vez,

pois tenho muito serviço para ser feito.

Disse o homem, com um pouco de receio,

pois não gostava de emprestar sua bicicleta para ninguém. 

A cobra subiu na bicicleta, colocou seu rabo no pedal

e a cabeça no guidão da bicicleta. 

Ficou muito engraçado, mas lá foi ela toda feliz. 

O homem ficou observando e achando impossível,

mas aceitou o fato de boa.

A observação foi até a cobra se perder de vista. 

 

O tempo passou e nada da cobra voltar.

O homem terminou seu serviçoe já estava furioso com a

 demora da cobra, na devolução de sua bicicleta. 

Sem perceber o tempo passado a cobra voltou toda feliz e

agradeceuao homem pelo prazer que ele havia lhe proporcionado. 

Mas sua raiva era tão grande por causa da demora que não

pensou duas vezes e soltou os cachorros na cobra. 

Sua irresponsável, folgada não me apareça mais na minha frente.

Sabe que horas são?

Montou na bicicleta e saiu soltando fogo pelas ventas. 

A cobra ficou la parada sem entender direito o que aconteceu. 

 

O tempo passou e a vida do homem voltou a mesma rotina de sempre. 

E a cobra ficava escondida só observando a descida e subida do morro

em cima da  bicicleta que ele fazia todos os dias. 

Num certo dia meio perdido em suas tarefas cotidianas com a plantação,

bateu a ponta da inchada no pé, e foi sangue para todo lado.

Ele se sentou numa pedra e começou a resmungar:

Meu Deus como vai acabar meu serviço, não posso nem andar direito com esse pé.

 Ali mesmo ele se recostou e ficou, estava meio tonto com febre, pois o ferimento foi fundo.

A cobra que observava tudo resolveu ajudar.

Com sua boca começou a mastigar umas ervas e as colocou em cima

do ferimento do pé do homem. 

A noite foi de vigília, ia até o rio pegava um pouco de água e colocava

na boca do homem, que ardia em febre, trocou as ervas a noite inteira,

pois ele estava tão quente que o sumo da erva evaporava na sua pele. 

 

O homem delirava, mas via o esforço da cobra em tentar ajuda-lo. 

O dia clareou e a cobra continuava ali do seu lado,

quando ele despertou estava ainda fraco, mas seu ferimento

havia se fechado e a febre acabou. 

Olhou em volta e viu a cobra toda enrolada do seu lado, saiu dali devagar e

sem fazer barulho para não acordá-la.

No outro dia ele levantou-se e foi para seu trabalho, mas a primeira

coisa que  fez foi procurar a cobra, ela estava lá,

mas escondida com medo da reação do homem ao vê-la. 

O homem chamou: – Cobra por favor aproxime-se. 

          Ela foi chegando meio receosa . 

Foi então que ele amavelmente disse-lhe: 

 Obrigado, você foi muito atenciosa para comigo, me salvou a vida,

nem sei como agradecer. 

E a cobra sem pensar respondeu:

Espero você vá na minha festa de aniversário a semana que vem,

bem…e também quero andar um  pouquinho na sua bicicleta 

  O homem sem pestanejar respondeu: -Esta bem, irei com prazer

ao seu aniversario, e pode andar na minha bicicleta. 

E assim foi durante toda a semana o homem trabalhava na plantação,

e a cobra andava de bicicleta. 

 

As vezes ele parava para observar a cobra na bicicleta, era muito engraçado

e ele não se conformava, como  ela conseguia. 

Ai pensava  com seus botões, “essa cobra é muito inteligente  e danada”. 

O dia do aniversário chegou, e homem chegou  na festa e ficou olhando a farra,

era cobra para todo lado, cobra verde, amarela, listrada, azul, e muitas outras cores.

A festa estava muito animada tinham muitos balões coloridos e as cobras

dançavam, pulavam. O homem se divertiu muito com a farra,

comer ele não comeu nada, também nem podia o cardápio era mesmo só para cobras. 

Festa                                                                                                                                                                                                                                                                             

       Tinha muita comida como:            

  bolo de rato, suco de sangue de morcego, bala de olho de coelho

e  muitas coisas gostosas para cobras.

Credo o homem até sentiu o estomago revirar. 

Na hora dos presentes a cobra estava muito animada

com todos, mas quando viu o pacote grande que homem

trouxe ficou ansiosa para abri-lo. 

 

  Quando a cobra abriu o presente, que alegria ela pulava, ela ria, dançava

Que surpresa, obaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

                       

Adivinha o que ela ganhou?

 

Claro uma bicicleta vermelha, vermelha como  como a cor do rabo dela. 

A cobra nem quis saber da festa, sentou-se na bicicleta e saiu

pedalando pelos pastos a fora, gritando de alegria. 

As outras cobras ficaram morrendo de inveja. 

E o homem voltou para casa feliz com a felicidade da cobra. 

Ali nascia uma eterna amizade.                                 

                                                    

LEMOS, Cida. Cobra andando de bicicleta. Caçapava: Caçapava, 1999.

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Ler é chato. Será?

FONTE: Posted on 23/01/2010 by Revista Espaço Acadêmico 17 por Jaime Pinsky*

A idéia de que livro é chato só pode partir de quem não sabe o prazer que a leitura proporciona O tempo histórico não tem um compromisso muito grande com o tempo cronológico, ou mesmo o tempo psicológico: décadas no Egito dos faraós podem corresponder a anos no período da expansão ibérica ou meses do século XXI. A percepção da velocidade do tempo histórico decorre do ritmo dos acontecimentos, assim como da rapidez dos meios de transportes e comunicações. Talvez por isso, sempre que estamos em algum local tranqüilo, geralmente no interior, somos tentados a dizer que ali as coisas não acontecem e que é como se estivéssemos em pleno século XIX. É possível que, para evitar a idéia de que possamos ser vistos como retrógrados, ou fora do nosso tempo, busquemos acelerar tudo: músicas não podem ser lentas, filmes buscam ritmos alucinantes e, se não tiverem dois mortos por minuto de projeção, em média, são considerados acadêmicos. Propaga-se a idéia idiota que tudo que não é muito veloz é chato. O pensamento analítico é substituído por ‘‘achados’’, alunos trocaram a investigação bibliográfica por informações superficiais dos sites ‘‘de pesquisa’’ pasteurizados, textos bem cuidados cedem espaço aos recados sem maiúsculas e acentos dos bilhetes nos correios eletrônicos. O importante não é degustar, mas devorar; não é usufruir, mas possuir apressadamente. O tempo, o tempo correndo atrás. Não que eu queira fazer a apologia da lentidão e da ineficiência, mas um bom concerto é feito tanto de bons allegros quanto de dolentes adágios. Além disso (e Charles Chaplin já percebia isso no início do século XX, em Tempos Modernos), ser humano é dominar a máquina e não ser por ela dominado. E aí, a meu ver, se estabelece uma das principais distinções entre ler e ver televisão. Você pega o livro, olha a capa, a contracapa, folheia sensualmente suas páginas e escolhe, livremente, aquela que quer ler. Pode pular pedaços, começar pelo fim, reler várias vezes trechos que amou, para decorar, ou que odiou, para criticar. Desde que seja seu, você pode escrever no livro (para isso ele tem espaço em branco): livro rabiscado é sinal de leitura atenta. Nada como retomar um livro lido anos atrás e ler nossas próprias notas: se forem ingênuas, rimos com a condescendência de quem cresceu; se forem brilhantes, nos preocupamos com nossa estagnação. Você estabelece o próprio ritmo de apreensão do escrito, seja ele ciência, seja ficção. Tantas vezes me furtei lendo lentamente o final de um livro pelo qual me apaixonara e do qual não queria me separar… Já a telinha é autoritária. Ela começa o assunto quando bem entende, faz as pausas que quer, inserindo as propagandas que deseja, determina o ritmo, diz quando e para onde devo olhar. Se não estou no poder, então, é pior ainda. Tenho que ver jogo de time de que não gosto, pedaço de novela babaca, entrevistas sem sentido, assassinatos sem conta, tudo num volume superior ao que eu suporto, mas que não tenho como regular, pois estou sem o controle remoto nas mãos. Mesmo quando vejo um vídeo ou um DVD, em que posso controlar algumas dessas variáveis, lido com o personagem e a paisagem imaginados por outro, emboto a minha imaginação e me curvo diante de heróis e mocinhas prontos e iguais para todos, enquanto, no livro, cada um sonha como quiser e puder. Não é por outra razão que dificilmente gostamos dum filme baseado em livro que já lemos, mesmo quando a película é de boa qualidade como O Nome da Rosa ou Vidas Secas. Antes que alguém pense que sou contra o cinema, ou até a televisão, devo dizer que isso não acontece, mas é que ando mesmo um pouco preocupado. Já não há mais quase nenhum consultório, laboratório e até sala de espera em prontos-socorros de hospitais que não tenham a sua televisão. E, o que é pior, ligada. O infeliz chega quebrado, estropiado, ou apenas dolorido, e se lhe impinge humor chulo, falsas ‘‘pegadinhas’’, loiras igualmente falsas, com síndrome de eternas adolescentes, de botinha e coxas de fora, animando crianças de olhares perdidos, conversas de pessoas confinadas que não têm o que dizer, entrevistas com pessoas que estiveram confinadas e que continuam sem ter o que dizer, e por aí afora. A sala tem pouca iluminação, já nem sequer tem aquelas revistas semanais atrasadas. A luz que falta e o ruído que sobra impedem que aqueles que trouxeram seus livros possam ler. As pessoas olham para a telinha, olham-se umas às outras e à sua própria condição. Com um livro na mão poderiam estar viajando, sonhando, aprendendo, conhecendo gente e lugares interessantes, idéias fascinantes, desbravando, questionando, maravilhando-se. Contudo, continuam sentadas olhando umas para as outras e para a telinha que cobra o tributo da dependência, da elaboração de frases feitas e idéias gastas. A idéia de que livro é chato só pode partir de quem não sabe o prazer que a leitura proporciona. Assim, quero lançar aqui um pedido ou vários: aos médicos, para que iluminem melhor suas salas de espera, o que, além de deixá-las menos lúgubres, permitiria que as pessoas pudessem ler enquanto esperam. Aos hotéis, para que não se esqueçam de colocar luz de leitura nos quartos. Uns e outros poderiam manter uma pequena biblioteca ao alcance dos clientes. A concepção bastante corrente em nosso país de que diversão está sempre e necessariamente ligada ao ruído e ao álcool só pode partir de alguém que não gosta de fato do Brasil. E ele ainda merece uma oportunidade. Ou não?

O pessoal estava procurando o documentário: A Vida é um Sopro.


Sinopse

A vida e obra de Oscar Niemeyer, um dos principais arquitetos brasileiros do século XX. É mostrado como Niemeyer revolucionou a Arquitetura Moderna com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de uso do concreto armado, além de seus pensamentos sobre a vida e o ideal de uma sociedade mais justa.

 

Curiosidades

– O produtor Sacha idealizou o documentário em 1997, quando dirigia a programação da TVE Brasil e designou o diretor Fabiano Maciel para coordenar a cobertura da semana comemorativa dos 90 anos de Oscar Niemeyer.
– É o 1º documentário em longa-metragem do diretor Fabiano Maciel.
– Foi rodado em vídeo digital e em 16mm nos seguintes países: Brasil, Argélia, França, Itália, Estados Unidos, Inglaterra, Portugal e Uruguai.
– As filmagens iniciais ocorreram no verão de 1998, mas o filme apenas foi lançado nos cinemas em 20 de abril de 2007.

Projeto futurista do escritório J. Mayer H. Arquitetos começa a ser construído na Alemanha

 

Batizado de Sonnenhof, empreendimento é formado por quatro edifícios multiuso, que abrigarão escritórios, lojas e apartamentos

Ana Paula Rocha

O projeto Sonnenhof, assinado pelo escritório J. Mayer H. Arquitetos, começou a ser construído em abril na cidade de Jena, na Turíngia, estado da Alemanha. O empreendimento futurista é formado por quatro edifícios multiuso, que abrigarão escritórios, lojas e apartamentos.

Fachada do Sonnenhof na Alemanha

O arquiteto optou por projetar os quatro edifícios nas bordas do terreno para criar, ao centro, um pequeno pátio urbano. Segundo o projeto, a composição dessa estrutura se assemelha a um pátio medieval, tipo de construção comum no centro da cidade de Jena. O pátio poderá ser usado para a prática de esportes, repouso e circulação de pessoas.

Junto a esse vão central, foram criados corredores de circulação entre as torres multiuso, que se conectam às ruas do entorno. O objetivo do arquiteto foi fornecer um fluxo livre para o tráfego do pedestre no complexo.

Destaque do projeto, as formas poligonais e geométricas das fachadas também foram utilizadas no piso e em elementos como assentos, luminárias e canteiros de flores, em um cenário futurista que atrai a visitação pública. A previsão é de que a construção do Sonnenhof seja concluída em 2012.

 

Aula Desenho primeiro ano

 

 

  Inscrições do Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura estão abertas

Participantes deverão projetar praça pública coberta de uso múltiplo para uma cidade com população entre 200 mil e 400 mil habitantes


Ana Paula Rocha

Divulgação:  CBCA
Em 2009, equipe da Universidade São Judas Tadeu venceu o concurso com o projeto de um terminal aeroportuário para Ribeirão Preto-SP

Estão abertas as inscrições da terceira edição do Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura. Neste ano, os participantes deverão projetar uma praça pública coberta, de uso múltiplo, para uma cidade com população entre 200 mil e 400 mil habitantes. O projeto deverá prever a construção do equipamento com aço. O complexo deverá incluir áreas com telhado, mas abertas para circulação, áreas fechadas e áreas externas ou descobertas. Entre os ambientes que deverão ser contemplados na praça, estão espaços de exposição e de eventos, de alimentação, de entretenimentos e jogos, um centro de escritórios e negócios, e espaços exclusivos para os empregados.
Os alunos integrantes das três equipes melhor classificadas receberão inscrições para o curso à distância sobre Introdução ao Uso do Aço, promovido pelo CBCA (Centro Brasileiro da Construção em Aço), além de manuais técnicos, livros e revistas sobre construção metálica, editados pela entidade. Os professores orientadores dos dois melhores projetos também poderão acessar durante um ano todo o material disponibilizado pelo SCI (Steel Construction Institute).
Além dos prêmios, a equipe vencedora representará o Brasil no 3° Concurso de Projeto em Aço para Estudantes de Arquitetura 2010, promovido pelo Instituto Latino-Americano de Ferro e Aço, que reunirá representantes da Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru e Venezuela.
As inscrições ficam abertas até 30 de julho e podem ser realizadas gratuitamente no site do CBCA, onde também está disponível o regulamento completo da competição. O resultado será divulgado no dia 15 de agosto.
Em 2009, a vencedora do Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura foi a equipe da Universidade São Judas Tadeu, formada pelos alunos Wellington Tohoru Nagano, Anderson Carneiro Noris, Elis Mariam David Souza Duarte, Rafael Gustavo Rodrigues, Fernanda Ferreira da Silva e Gislaine Moura do Nascimento. Os estudantes projetaram um terminal aeroportuário para Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Um grupo de designers e empresas está determinado a facilitar a vida daquelas pessoas que gostam de ler antes de dormir. A Lili Lite é uma estante que possui uma luminária que se apaga quando colocamos um livro sobre ela. Além de servir de marca-pagina, dá um visual bacana ao ambiente.

Função semelhante tem a Luminária Mark, desenvolvida por Damjan Stankovic, e a Book-Sensitive Reading Lamp, desenvolvida pelos designers franceses Jun Yasumoto, Alban Le Henry, Olivier Pigasse e Vincent Vandenbrouck. Elas se apagam ou se acendem de acordo com a preseça ou ausência de um livro.

“Coincidência criativa” ou não, trata-se de uma ideia realmente simples, que talvez você até consiga fazer em casa. Melhor que pagar os 99 euros que estão pedindo pela estante.

 

 

 
 
Igreja da Catedral
 
  
   
onde estão as palmeiras?
Esse deve ter sido uns dos motivos para mudar o nome, acho eu! rss
 
 
 
Esta é a rua das Palmeiras
 
Hoje conhecida como Rua: Conselheiro Moreira de Barros
 
 
 
 Hospital Santa Isabel
  
Ontem
  
Hoje
  
  
  
Foto do Cristo Redentor
 
  
 
 
Parte da Cabeça do cristo redentor antes de ser colocada
 
 
 
Foto aérea do centro de Taubaté
 
 
 
 
 
Foto aéra do local escolhido para futuras instalações da CTI – Taubaté
 
 
 CTI – No meio a Praça da Estrela
 
 Foto aérea do polo industrial – CTI – Companhia Industrial de Taubaté
 
Prédio do Relógio CTI
 
 
O Ex Presidente Getulio Vargas Visita a CTI – Taubaté/SP
 
 
 
Mercadão de Taubaté
 
 
 
 
 
 
Breganha do mercado de Taubaté
 
 
 
 
Igreja da Catedral
 
 
 
 Mercadinho Taubaté – 1926
 
 
 
 
 Praça da Igreja do Rosário 190?
 
 
 
Praça da Igreja do Rosário, 195?
 
 
 
 
Fonte – Acervo: Museu da Imegem e do Som de Taubaté – MISTAU
  
Oi pessoal esperem que gostem dessas fotos, Taubaté contém um cacervo muito rico de sua história. Essas fotos não me deixam mentir.

Mudar o Curso de Sua  Vida em Menos de Uma Semana

   O problema da maior parte dos guias de manifestação é que eles lhe ensinam todos os conceitos, mas não “o caminho das pedras”.

   Se você já se pegou pensando “O que que eu faço com toda essa informação?”, então você sabe exatamente do que eu estou falando.

   A verdade é que a maioria dos professores de manifestação não sabem aplicar o que eles mesmos ensinam. Eles não entendem os princípios científicos por trás da Lei da Atração, então eles não sabem o que lhe dizer quando o seu processo é lento ou tem problemas.

    Após estudar com os grandes empreendedores e milagreiros de diferentes culturas e religiões, coloquei as minhas descobertas em um e–book.

    Quando você ler o meu e–book, você verá que você pode escolher o que quer ter e o que pode ser neste mundo, dentre as muitas realidades possíveis.

    Quando você ler o método que irei lhe mostrar, você poderá manifestar o que quiser em sua vida.

    Isso é exatamente como os Milagreiros, Kahunas e Shamans fazem.

   Da primeira vez em que me deparei com este método, fiquei empolgadíssimo e ele mudou a minha vida para sempre.

INTRODUÇÃO

A variedade e os aspectos peculiares das tradições e do folclore da região de Taubaté resultaram dos contatos entre as culturas indígenas, branca e negra, das influências do meio e da criatividade do taubateano.

    Apesar da modernização dos costumes e da evolução sócio-econômico e cultural de Taubaté, permanecem ainda tradições e manifestações folclóricas que formam precioso acervo de cultura espontânea que se traduz em variadas expansões da alma popular: nas alegres festas religiosas; na preciosa ingenuidade da cerâmica popular e num “sem fim” de outros costumes pitorescos, testemunhos de um passado ainda presente, embora às vezes, com novas características que o tempo lhe dá.

    “É uma herança que encerra idéias, pensamentos, usanças, sabedoria e espírito criador do povo, devendo ser preservada “de modo que às gerações atuais lhes dêem seus traços, ou o impregnem de sua própria criação”. (M. Diegues Júnior – 1976:9).

    O reconhecimento do Folclore, como ciência e das manifestações folclórica como expressão da cultura espontânea de um povo, de sua maneira de pensar, sentir e agir, sem influências eruditas, tem incentivado no país, estudos, pesquisas, divulgação e movimentos culturais que visam interpretar essas manifestações, conhecer os traços da cultura material e espiritual do povo brasileiro, e conservar aquilo que é autenticamente nosso.

“O processo de colonização do Vale do Paraíba so Sul iniciando nos primórdios do século XVIII, foi-se acentuando à medida que se tornava mais freqüente a busca de pedras e metais preciosos, além das expedições organizadas com o objetivo de aprisionar e escravizar os indígenas, primitivos habitantes da região.

    Em 1636, surge o primeiro núcleo povoado, denominado Vila de São Francisco das Chagas de Taubaté, e pouco depois as Vilas de Santo Antonio de Guaratinguetá e Nossa Senhora da Conceição de Jacareí, logo seguidas de muitas outras.

    Sem dúvida, o surgimento das vilas no Vale do Paraíba também foi motivado pela necessidade de criar pontos de abastecimento para viajantes e aventureiros que partiam de São Paulo, ou Rio de Janeiro, em busca do ouro. dessa forma, as vilas do vale do Paraíba se tornaram uma espécie de retaguarda econômica das áreas mineradoras do centro e do oeste brasileiro. Algum tempo depois da decadência do “ciclo do ouro” em Minas Gerais, no final do século XVIII, o plantio do café atinge o Vale do Paraíba. No decorrer do século XIX, esse produto transforma profundamente toda a região, em seus aspectos políticos, sociais e econômicos. A riqueza gerada pelo café, o “ouro negro”, como também era conhecido, possibilitou o surgimento da aristocracia rural – vale – paraibana, que tinha seu expoente na figura dos Barões do café, homens influentes e poderosos, que acumularam fortunas com o “maior fenômeno agrícola do século”.

    Nesse período, o Vale do Paraíba recebeu um contingente de escravos africanos jamais vistos em sua história. O trabalho escravo nas fazendas de café foi vital para essa cultura, que encontrou no solo vale-paraibano as condições propicia ao seu cultivo.

Cida Lemos

Enfiando a colher e todos os talheres, se necessário: a que da violência doméstica e a responsabilidade de cada um

Eva Paulino Bueno
 

Resumo

idosos, é um problema para toda a sociedade. A criança que testemunha e/ou sofre violência, vai ser um adulto violento. Cada pessoa é responsável pela erradicação desta doença social, que toma muitas formas, algumas públicas, algumas privadas.

 
: A violência doméstica, especialmente os ataques às mulheres, crianças,

Palavras-chave
 

 

: violência doméstica, assassinatos, estupros, responsabilidade.

O que você
está fazendo para acabar com a violência doméstica?

Todos nós, em algum ponto de nossas vidas, ouvimos algém dizer, “Em briga de marido e mulher, ninguém deve enfiar a colher”. Realmente, é complicado e delicado encararmo a possibilidade de nos metermos em uma situação doméstica, em que cada pessoa e cada casal tem uma dinâmica própria, muitas vezes incompreensível para quem está de fora. Os desencontros, os desacertos, podem ocorrer com os casais jovens e com todos os demais, até com gente que está junta há muitos anos. Mas existe uma grande diferença entre o que poderíamos chamar de uma discussão ou desacordo e o que se constitui em uma briga com agressão física, onde um dos parceiros pode ser ferido ou até morto. Como eu no momento entendo mais do que se passa nos Estados Unidos, vou usar esta oportunidade para reflexionar sobre o que aqui parece ter chegado a um ponto crítico, a violência doméstica em geral, e a violência contra mulheres grávidas em particular: atualmente— pelo menos pelo que se diz na mídia—o assassinato é a forma mais comum para mulheres grávidas nos Estados Unidos Elas são mortas pelos companheiros que não querem continuar na relação, ou por aquele que não quer pagar para manter a criança, e em alguns casos, até por outras mulheres, por várias razões, todas incríveis e brutais. Mas, antes de seguirmos adiante, convém esclarecer que não somente as mulheres sofrem violência no espaço do lar. As crianças e os idosos são vítimas constantes e, em alguns casos, os homens também são atacados dentro de suas póprias casas. Em geral os que sofrem violência são os mais fracos fisicamente, as mulheres, as crianças e os idosos, mas também as pessoas com alguma debilidade mental estão literalmente na linha de tiro, porque não conseguem defender-se devidamente. Estudos indicam que a criança que testemunha violência dentro de sua cas
— mesmo quando ela não é a vítima direta — mais tarde vai ser uma pessoa violenta. As atitudes negativas infelizmente têm uma grande força na formação da criança, que passa a achar que é normal que as pessoas se ataquem fisicamente e se machuquem para fazer veler sua opinião, sua idéia. O dano emocional e psíquico aumenta, com a acumulação da violência. Estudos também demonstram que as crianças que são vítimas de abuso sexual mais tarde se tornarão abusivos com pessoas mais jovens, ou outros mais frágeis que estejam sob sua responsabilidade. É possível dizer-se, então, que as chances de uma pessoa criada em ambiente de violência se tornar em uma pessoa violenta é muito grande. Mas o que diremos de uma sociedade que acredita que o marido bater na mulher “de vez em quando” é bom para ela? Ou daquela que acha que ninguém tem o direito de interferir quando os pais estão disciplinando os filhos, mesmo que esta “disciplina” esteja sendo dada em forma de uma surra violenta? Ninguém escapa desta brutalidade, se a sociedade acha que está bem maltratar, bater, surrar, dar socos. Quem vai parar a mão do sadista que se desforra de seus próprios problemas e suas inseguranças se a ideologia diz que é um direito que ele tem? Mas, logicamente, podemos dizer que nenhuma sociedade que diz ter o mais mínimo verniz de civilizada acha que está bem permitir que tais atos ocorram. No entanto, eles ocorrem, e no mundo inteiro. E, repetindo o que eu disse acima, os que sofrem mais com esta violência são as mulheres, as crianças, e os idosos. Tomando o caso das mulheres em especial, vejamos como se pode entender que muitas mulheres, inclusive educadas, bonitas, ricas, saudáveis, se deixam subjugar dentro de uma relação, e chegam ao ponto de serem assassinadas. Cada um de nós infelizmente sabe pelo menos um caso, e a cada vez ficamos boquiabertos, sem poder entender. “Por que ela não saiu de casa?” “Por que não denunciou o atacante?” “Como suportou tanto tempo de humilhações e sofrimento?” Os ataques fatais a mulheres são feitos, na maioria das vezes, por um homem que a conhece bem, e acontecem ao fim de uma relação abusiva e violenta. E, incrivelmente, já houve casos em que a própria vítima é considerada culpada: “Se não o abandonou, foi porque gostava de apanhar.” Como podemos entender que uma coisa tão bárbara como a violência doméstica, ao invés de diminuir e desaparecer com o aumento da educação, da presença de forças policiais, de tecnologia que deveria permitir que as vítimas conseguissem socorro mais rapidamente, esteja aumentando? Eu já ouvi alguém dizer que a violência contra as mulheres aumentou com a maior liberdade das mulheres, com o advento do “feminismo”. Isto sempre é dito como se a culpa fosse das “feministas”, e que portanto, de alguma forma, os que cometem a violência estão justificados dentro do panorama geral da sociedade: eles foram provocados com a diminuição do seu poder, do domínio sobre seu “território”, tinham o “direito” de reagir. Obviamente, esta é uma idéia absurda, que, outra vez, desloca e coloca a responsabilidade nas vítimas pelo ataque que sofrem. O caso da aluna de mini-saia que foi vaiada e quase agredida aí no Brasil recentemente, é um exemplo desta mentalidade troglodita. A culpa, alguns disseram, foi dela, porque estava “provocando” os  homens. Por que eles a atacaram? Porque se sentiram inseguros diante da sua beleza e da sua percebida autoconfiança. Nada desloca o centro de gravidade de um homem inseguro como a presença de uma mulher que não coloca como sua prioridade máxima alisar o pequeno ego daquele homem, e que, pelo contrário, mostra que não precisa do seu “poder fálico” para se sentir gente. Atrás do caso da aluna, existem milhares de outros, alguns inclusive de assassinato. Também, infelizmente, aqui todos sabemos de vários exemplos que são uma vergonha para todos nós, e não necessito repetilos. Mas voltando à questão do percebido aumento da violência contra mulheres nos últimos anos, e procurando entender a sua razão, vamos constatar que enquanto as mulheres viviam exclusivamente dentro do espaço doméstico, a violência existia, mas o que sofriam raramente chegava ao domínio público. O seguindo a tradição, punha e dispunha da vida das filhas, esposas, mulheres pertencentes à sua casa, mesmo nas famílias mais pobres. O espaço doméstico era o repositório das grandes tragédias pessoais, que ali permaneciam, enterradas em toalhinhas de crochê e lágrimas derramadas detrás das portas. Os grandes romances mundiais nos dão uma amostra vívida dos horrores sofridos, das dores caladas, escondidas. Os primeiros estudos sociológicos, ainda que imperfeitos na coleta e interpretação dos dados, nos dão uma idéia do que se sofria dentro de quatro paredes, mesmo antes que houvesse minissaias, feministas, faculdades para as mulheres. Esta violência podia não ser física, mas os resultados causavam o mesmo dano. Um dos textos mais interessantes que nos dá uma idéia muito clara destes danos é o conto “O papel de parede amarelo”, de Charlotte Perkins Gilman. Neste conto, a esposa é encerrada em um quarto depois do nascimento do filho, porque seu marido crê que ela está “enfraquecida”. Mas este quarto é uma prisão que ele construiu, e que a leva à loucura. Outro conto muito interessante é “O travesseiro de penas”, de Horacio Quiroga. Aqui, a esposa, recém casada com um homem frio e insensível, cai doente e enfraquece, vai perdendo as forças e morre, completamente exaurida. Quando retiram o corpo da cama onde havia morrido, se vê que o travesseiro onde tinha a cabeça continha um animal que havia sugado todo o sangue da mulher pela sua cabeça. Podemos também destacar Casmurro não há de concordar que o ciúme doentio de Bentinho é a razão direta da destruição de Capitu, e mesmo de seu filho? O fato, puro e simples, é que somente os homens (e, também, claro, as mulheres) sem auto-confiança, e com complexo de inferioridade, necessitam atacar os seus parceiros fisica e verbalmente, para submetê-los, humilhá-los, e assim conseguir uma pseudo superioridade. Uma forma destes ataques é a violência sexual. De acorco com a Sexual Violence Resource Center pater familias,Dom, de Machado de Assis. QuemNational (NSVRC) – Centro de recursos nacionais sobre violência sexual –, a violência sexual “é uma doença prevenível”. O NSVRC, que foi criado com fundos recebidos dos “Centros para a prevenção e controle de doenças”, desenvolveu-se como o principal centro de informação de recursos relacionados a todos os aspectos da violência sexual nos Estados Unidos. O NSVRC coleta  dissemina vários tipos de recursos, tais como estatística, pesquisa, estatutos, material para treinamento de pessoal que lida com estes problemas, assim como iniciativas de prevenção e programas de informação. Na página da NSVRC, encontramos a informação que, de acordo com a Pesquisa Nacional sobre a Violência Contra Mulheres, “1 in 6 women and 1 in 33 men in the United States has experienced an attempted or completed rape at some time in their lives. mulheres, e 1 em 33 homens nos Estados Unidos sofreram tentativa de estupro, ou uma violação em algum ponto de suas vidas”. Neste documento, localizado neste endereço 1 — “Uma em seis

Publications_NSVRC_Booklets_Sexual

-Violence-and-the-Spectrum-of-

Prevention_Towards-a-Community-

Solution.pdf que não há só uma razão para a

estupro/violação, e que as razões jamais se encontram só no indivíduo. De fato, como o texto aponta, “uma combinação de forças — tanto as que aumentao o

risco de violência (fatores de risco) e aquelas que reduzem as chances da ocorrência de violência (fatores protetivos) determinam se uma violência sexual ocorrerá ou não. Então, sempre que ocorra um estupro, embora seja o indivíduo o perpetrante, sempre a raiz do mal está na sociedade que acoberta, justifica, perdoa o criminoso, quando não culpa a própria vítima (tal como no caso do ataque à estudante de São Paulo!). Como a

 
 

 

, os autores argumentam

prevalence, incidence, and consequences ofviolence against women: findings from the
national violence against women

survey.

Justice; 2000. Report NCJ 183781.

Tjaden P, Thoennes N. Full report of theWashington (DC): National Institute of família é a primeira sociedade que forma o indivíduo, a falta de apoio emocional e de segurança para os membros da família é o primeiro fator a estabelecer no indivíduo o propensão à violência em geral, e à violência sexual em particular. A sociedade circundando a família provê outros fatores, tais como a falta de emprego e a ausência de castigos para a violência. No Brasil, como sabemos, ainda há o ditado, “Mulher de malandro, gosta de apanhar”. Em outras palavras: ela gosta de apanhar, por isto se torna mulher de malandro. Em outras palavras ainda: ela faz as próprias condições do seu sofrimento e do ataque contra ela. Em uma sociedade em que a mulher é considerada inferior, e sujeita ao homem, a violência contra ela, especialmente a violência sexual, o estupro, vai se tornar norma. Outro fator que predispõe o indivíduo à violiencia sexual é um entendimento do

poder que pode ser conseguido (em geral pelo homem, mas também pela mulher), que deve ser obtido e mantido a qualquer custo. Logicamente, um país ou uma comunidade que tolera a violência, que glorifica o poder sobre outras pessoas, é também aquela sociedade que tende a colocar a culpa na vítima: “ela estava de minissaia, por isto foi atacada e vaiada”. Isto é: a culpa foi dela, não dosatacantes. Dois outros fatores, como aponta a NSVRC, facilitam a existência de violência sexual: um sentido de que a dominação é fator predominante na construção da masculinidade, e a crença na sacralidade absoluta do espaço doméstico. Em outras palavras, “em briga de marido e mulher, não se deve meter a colher”.
como um bem de grande valia, O interessante deste ditado é que, como sabemos, muitas vezes a violência do marido contra a mulher ocorre até fora da casa. Então, seria como se o homem, cuja masculinidade foi alimentada da noção da sua superioridade, dentro de um sistema de glorificação da violência, sinta que o corpo da mulher é o seu espaço doméstico frequentemente, o homem ataca sua mulher até em público, e não admite que ninguém a defenda porque, no seu entender, sabemos de casos terríveis que ilustram esta realidade, infelizmente. Como muitos de nós podemos tristemente nos lembrar, houve um marido advogado aí no Paraná, há uns 30 anos atrás, que matou a mulher de ciúme, alegando que ela estava “tendo um caso”, se defendeu a si mesmo com grande estardalhaço e cobertura da mídia, conseguiu se eleger deputado por causa da fama que adquiriu. Com aquele caso, a sociedade paranaense estava dizendo (naquele tempo, pelo menos) que não tem problema matar a mulher, desde que o assassino seja bom de papo, jogue a culpa na vítima, e se proclame o “macho ofendido”. O que fazer então, para diminuir a violência doméstica, o estupro, a violência contra mulheres, e também crianças e idosos? Eu acho que a NSVRC está correta quando diz que simplesmente punir os criminosos não resolve a situação. Cada sociedade tem que tomar responsabilidade pelos fatores que podem ser controlados antes que o indivíduo chegue a pensar que não tem problema maltratar alguém que esteja sob seu poder. Dentro da família, por exemplo, cada vez que os pais tratem as filhas como cidadãs de segunda categoria, em comparação com os filhos, estão alimentando estas tendências. Na sociedade civil, cada vez que um homem maltrate sua mulher e seja “desculpado”, está criando mais violência. Então, para concluir, em briga de marido e mulher, todos estão envolvidos, quer queiram, quer não. A sociedade que aceita a violência é tão culpada como o perpetrador direto da violência. E as pessoas que assistem a estes ataques e não procuram de alguma forma proteger a vítima, também são igualmente culpadas. Assim, se você algum dia se deparar com um homem batendo em uma mulher, ou pais “castigando” os filhos brutalmente, tente fazer algo. Chame a polícia. Tente dissuadir o atacante até que chegue a polícia. Se aquela mulher, aquela criança, aquele idoso, aquela pessoa com capacidades mentais diminuídas é atacado na sua frente e você não faz nada, VOCÊ TAMBÉM É CULPADO/A. . Por isto, muitoela é coisa sua. Muitos de nós

 Americanas, Brasileira, e Norte Americana.

 
 

 

EVA PAULINO BUENO é Professora de Espanhol e Portugues, Literaturas Latino